quarta-feira, 28 de setembro de 2011

MÃES ELÁSTICAS - PORTAL PARA MÃES E PAIS DO SÉCULO 21

Simples: Mães Elásticas resolvem!


Perdemos as contas do que ficou obsoleto em nome do novo. Há muito o e-mail substituiu as cartas e até o telefone convencional ficou démodé.

Hoje, a tecnologia nos dá ferramentas que simplesmente não conseguimos mais viver sem, afinal nos dão mobilidade e agilizam nossas vidas tão corridas.  Dando-nos possibilidade de gastar o tempo com o que realmente importa: Nossa família, por exemplo!

E... Bum!!! Surge o portal Mães Elásticas.

Um facilitador para mulheres com filhos, que não tem tempo a perder. Um portal que reúne em um só lugar um guia com os melhores fornecedores dos serviços mais variados, totalmente voltados ao universo de mães e filhos. Possibilitando comparar, cotar e pedir orçamentos online.

Apresentamos os melhores no ramo de festa infantil e teen, nascimento, 1º comunhão, moda e presentes, roteiros de viagens e também profissionais super qualificados nas áreas de saúde, gastronomia e muito mais.

O portal tem atualizações diárias e conta com um time de especialistas em diversos assuntos. Matérias sobre curiosidades do mundo infantil e teen, criatividade em festas, sustentabilidade, orgânicos, boas maneiras, opinião infantil e até mesmo de um “pai elástico”.

Ou seja, o melhor guia de fornecedores para agilizar a sua vida, entretenimento, informação e, principalmente, tudo isso em um só lugar, aqui, no Mães Elásticas!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PARA REFLETIR SE DIVERTINDO



Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:



- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempoSubíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambienteAté então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Les Chefs et Décors com Victor & Léo, 26 de setembro, em prol do Projeto Velho Amigo

O Projeto Velho Amigo realiza no próximo dia 26 de setembro, a VII Edição do evento beneficente Les Chefs et Décors!
Eu conheço esse projeto e realmente é um grande diferencial na vida de pessoas da terceiridade que, por diversos motivos, tiveram que ir para asilos.

Tels de contato: (11) 3071-4040 e (11) 3079-0018. Participe!


sábado, 17 de setembro de 2011

Uma oportunidade de mudança



TENDÊNCIAS/DEBATES

TERESA CRISTINA BRACHER e NELSON ASCHER




A impunidade de atropeladores é uma barbaridade nacional que banaliza mortes cruéis e evitáveis: há culpados por tais crimes cumprindo pena hoje?





Gabriella Guerrero Pereira atropelou, em 23 de julho, Vitor Gurman, que morreu cinco dias depois.
Mas de uma entrevista sua, que poderia ser usada em cursos de direito, depreende-se que ela é que foi a vítima: do namorado, que bebeu demais, do carro, que, robusto, tem direção mole, do azar, pois Vitor passava por ali... Tão vítima do acaso quanto Vitor, ela estava "destruída" (embora não a ponto de aceitar qualquer culpa) e gostaria de "pegar o sofrimento (...) para carregar só comigo".
Econômica na responsabilidade, ela esbanja compaixão e dá a entender que, mesmo sem ser culpada pela destruição real, não figurada, de uma vida jovem, já foi punida por sua própria dor.
Em 5 de agosto, ela foi indiciada sob suspeita de homicídio com dolo eventual, e seu pai, Sergio Pereira, declarou: "Foi uma mera fatalidade, das que acontecem uma em mil". Além do desrespeito implícito no "mera", vê-se aqui a mesma mentalidade em operação: a violência no trânsito seria um fenômeno natural, como terremotos e tsunamis. Assim, numa cidade com taxas absurdas de mortes provocadas por motoristas irresponsáveis, o fator humano se evapora.
Ainda é normal, no Brasil, encarar como "mera fatalidade" o que em outros lugares é crime gravíssimo e, caso se conclua que Vitor Gurman foi vítima de um, é assim que isso deveria ser tratado, pois onde há crime deve haver punição.
Esse truísmo choca-se, porém, com uma cultura da cordialidade, irreverência e mais afeita ao perdão do que ao respeito às leis, uma cultura de coitadinhos vivos e de mortos à espera de justiça.
A impunidade dos atropeladores é uma barbaridade nacional que banaliza mortes cruéis e evitáveis.


Folha de São Paulo, dia 26/8.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

PAIS CONECTADOS


Recebi esse link via pais da escola das minhas filhas. Vale conferir esse  curso desenvolvido pela equipe da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e Clinica Alamedas, do Ronaldo Laranjeira. 

É um Curso GRATUITO e ONLINE para PREVENÇÃO A USO E ABUSO DE DROGAS para pais, familiares, educadores.

Lançado para o Brasil, e contando com médicos e profissionais de vários estados para orientar e informar da melhor forma os interessados.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

PARTICIPE HOJE AS 17H!! VIA WEBCAST

Como ter conversas difíceis com seus filhos



O mal, a morte, o tempo. Nesta crônica, o escritor e pai José Ruy Gandra* aponta uma saída para as conversas mais difíceis que precisamos ter com nossos filhos. E transmite seu ambicioso legado a Paulo e Pedro: sabedoria para viver bem e intensamente
Talvez por ter chegado aos 50 anos, esse outonozinho da alma de dias quentes e noites frias, muitas coisas dão sinais de ter clareado na minha cabeça irrequieta. Gostaria que meus filhos soubessem disso. Soubessem que, tão logo nasceram, se tornaram o sentido, a prioridade absoluta e a principal fonte de alegria de minha vida. Queria que perdoassem meus tropeços, incertezas e imprevidência. E que aceitassem meus desejos e votos a seguir como um presente singelo que, sem saber, vim fabricando até aqui a cada um de meus dias.
Entre tantas outras coisas que, como pai, lhes desejo, gostaria que Paulo e Pedro descobrissem que o infinito é uma palavra séria. Que certas estrelas ficam tão longe nos confins do Universo que, no momento em que as vemos, a luz delas já se apagou há muito, muito tempo. Muito além do que conseguimos enxergar, elas já morreram. Mas continuam e continuarão brilhando, céu afora, sabe-se lá por quantos milhões de anos ainda.
Considerem, filhos, que nesse infindável vazio flutuante, nosso planetinha gira, banhado pelos raios do sol. E que nesse planetinha – e, por enquanto, ao que se saiba, apenas nele – a vida se entrelaça de bilhões de formas imagináveis. Como, talvez, em nenhum outro lugar de toda essa vastidão misteriosa que nos circunda.
Nunca se esqueçam de que essa explosão de vida, a natureza, é tão fascinante quanto cruel. Pode ser a paisagem irretocável que nos comove – e também a fúria que, num piscar de olhos, a devasta. São os filhotes com sua doçura cativante e frágil – mas também criaturas que devoram implacavelmente umas às outras. Na natureza, a curto, médio ou longo prazos, depende, toda forma de existência vive ao relento. Feito as estrelas, estão condenadas a um dia deixar de brilhar. Tudo passa. Tudo precisa passar. Não tem jeito. É assim.
Que essa aparente fatalidade, filhos, não os assuste. Ao contrário. Tomara que ela os faça perceber quanto nós, seres humanos, somos privilegiados. Por podermos contemplar a criação e a evolução sentados num camarote. Por estarmos no topo de uma cadeia alimentar, uma vantagem que, na pior das hipóteses e na imensa maioria dos casos, nos poupa da condição de presas.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O CICLO DAS SACOLAS PLÁSTICAS

A produção de sacola plástica consome petróleo, água, energia... Saiba de onde elas vem e para onde elas vão assistindo ao vídeo do Akatu Mirim! 




http://www.akatu.org.br

HOME SWEET HOME

 Qual a casa mais gostosa que existe? A NOSSA!


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Assista e espalhe o vídeo de Gisele Bündchen pela preservação das florestas


No DIA DA AMAZONIA, (5 de setembro), a supermodelo brasileira e embaixadora da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Gisele Bündchen, lançou um vídeo em que chama atenção do mundo sobre o papel vital que as florestas exercem nas nossas vidas. No filme, que integra as diversas atividades relativas ao Ano Internacional das Florestas (2011), Gisele alerta sobre a necessidade de todos tomarem uma atitude urgente para proteger a vida humana e a saúde do planeta.

E você, internauta, também pode participar ativamente desse alerta, espalhando o vídeo em suas redes sociais. É o “Desafio pelas Florestas” proposto pela modelo: todas as pessoas que retuitarem ou curtirem o post referente ao vídeo, automaticamente participarão do sorteio de exemplares autografados por Gisele da revista Vogue Brasil. Esta edição teve a modelo na capa e foi dedicada à causa ambiental.

“Além de oferecer ar puro, água, alimentos, moradia [de diversas espécies animais], medicamentos, as florestas são fundamentais para o equilíbrio climático global”, diz a modelo no vídeo. “O triste é que o desmatamento cresce, colocando em risco as florestas e as nossas vidas, pois nossa saúde depende da saúde do planeta”, completa.

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