sábado, 31 de março de 2012

quinta-feira, 22 de março de 2012

The Way of the Peaceful Parent

There is no such thing as stress-free parenting.
A reader requested that I share my thoughts on stress-free parenting, as the father of six kids. And while I have learned a lot about being a dad, and finding joy in parenthood, I also know that stress-free parenting is a myth.
Parents will always have stress: we not only have to deal with tantrums and scraped knees and refusing to eat anything you cook, but we worry about potential accidents, whether we are ruining our kids, whether our children will find happiness as adults and be able to provide for themselves and find love.
That said, I’ve learned that we can find peace.
Peace isn’t a place with no stress, but a place where you take the stress as it comes, in stride, and don’t let it rule you. You let it flow through you, and then smile, and breathe, and give your child a hug.
There is a Way of the Peaceful Parent, but it isn’t one that I’ve learned completely. I’ll share what I’ve learned so far, with the caveat that I don’t always follow the Way, that I still make mistakes daily, that I still have a lot to learn, that I don’t claim to have all the answers as a parent.

The Way

The Way is only learned by walking it. Here are the steps I recommend:
1. Greet your child each morning with a smile, a hug, a loving Good Morning! This is how we would all like to be greeted each day.
2.  Teach your child to make her own breakfast. This starts for most children at around the age of 3 or 4. Teach them progressively to brush their teeth, bathe themselves, clean up their rooms, put away clothes, wash their dishes, make lunch, wash their own clothes, sweep and clean, etc.
3.  Teaching these skills takes patience. Kids suck at them at first, so you have to show them about a hundred times, but let them try it, correct them, and let them make mistakes. They will gradually learn independence as you will gradually have less work to do caring for them.
4.  Older children can help younger children — it’s good for them to learn responsibility, it helps the younger children learn from the older ones, and it takes some of the stress off you.
5.  Read to them often. It’s a wonderful way to bond, to educate, to explore imaginary worlds.
6. Build forts with them. Play hide and seek. Shoot each other with Nerf dart guns. Have tea together. Squeeze lemons and make lemonade. Play, often, as play is the essence of childhood. Don’t try to force them to stop playing.
7.  When your child asks for your attention, grant it.
8.  Parents need alone time, though. Set certain traditions so that you’ll have time to work on your own, or have mommy and daddy time in the evening, when your child can do things on her own.
9. When your child is upset, put yourself in his shoes. Don’t just judge the behavior (yes, crying and screaming isn’t ideal), but the needs behind the behavior. Does he need a hug, or attention, or maybe he’s just tired?
10.  Model the behavior you want your child to learn. Don’t yell at the child because he was screaming. Don’t get angry at a child for losing his temper. Don’t get mad at a kid who wants to play video games all the time if you’re always on your laptop. Be calm, smile, be kind, go outdoors and be active.
11.  When a stressful time arises (and it will), learn to deal with it with a smile. Make a joke, turn it into a game, laugh … you’ll teach your child not to take things so seriously, and that life is to be enjoyed. Breathe, walk away if you’ve lost your temper, and come back when you can smile.
12.  Remember that your child is a gift. She won’t be a child for long, and so your time with her is fleeting. Every moment you can spend with her is a miracle, and you should savor it. Enjoy it to the fullest, and be grateful for that moment.
13.  Let your child share your interests. Bake cookies together. Sew together. Exercise together. Read together. Work on a website together. Write a blog together.
14.  Know that when you screw up as a parent, everything will be fine. Forgive yourself. Apologize. Learn from that screw up. In other words, model the behavior you’d like your child to learn whenever he screws up.
15. Patiently teach your child the boundaries of behavior. There should be boundaries — what’s acceptable and what’s not. It’s not OK to do things that might harm yourself or others. We should treat each other with kindness and respect. Those aren’t things the child learns immediately, so have patience, but set the boundaries. Within those boundaries, allow lots of freedom.
16.  Give your child some space. Parents too often overschedule their child’s life, with classes and sports and play dates and music and clubs and the like, but it’s a constant source of stress for both child and parent to keep this schedule going. Let the child go outside and play. Free time is necessary. You don’t always have to be by her side either — she needs alone time just as much as you do.
17.  Exercise to cope with stress. A run in solitude is a lovely thing. Get a massage now and then.
18.  It helps tremendously to be a parenting team — one parent can take over when the other gets stressed. When one parent starts to lose his temper, the other should be a calming force.
19.  Mom and dad need a date night every week or so. Get a babysitter, or better yet, teach the older kids to babysit.
20.  Sing and dance together.
21.  Take every opportunity to teach kindness and love. It’s the best lesson.
 22. Kiss your child goodnight. And give thanks for another amazing day with your beautiful, unique, crazy child.
‘You know the only people who are always sure about the proper way to raise children? Those who’ve never had any.’ ~Bill Cosby

quinta-feira, 1 de março de 2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

TUDO TEM SUA HORA...

Os pais de hoje acreditam que seus filhos serão melhores do que os dos outros ou serão melhores profissionais se eles começarem a ler mais cedo, a falar mais cedo, a tirar a fralda mais cedo.E o que mais mais cedo? Ter depressão mais cedo? Iniciar a vida sexual mais cedo? As meninas já freqüentam o salão de beleza aos 3 anos de idade e os meninos precisam estar afiados na soma e subtração. Porquê? Para quê essa pressa? Sim, o mundo está mais competitivo. Sim, o mercado exige mais do profissional – línguas, experiência, inteligência … Qual é o plano, então? O recém nascido já sai da maternidade com o compromisso de ser um profissional? E competente, certo?

Antes de nos tornarmos profissionais, bons profissionais, temos de ser crianças, e crianças felizes, que brincam, que riem, que choram, que se frustram, que ganham e perdem, que aprendem, ou seja, crianças saudáveis,para que, no futuro possamos ter a capacidade de lidar com a vida como ela é.A agenda de compromissos diários de uma criança hoje é a mesma, proporcionalmente, a de um executivo. Escola bilíngüe, natação, balé, judô, kumon, entre outras atividades que ao invés de adquirir essas aptidões ela se estressa, não sabe relaxar e está sempre querendo saber qual será a atividade seguinte.Estamos criando crianças ansiosas, muito agitadas e que não sabem aproveitar o momento presente. Além disso, os pais permitem com que elas escolham absolutamente tudo o que faz parte da vida delas, como que se uma criança de 2, 3 , 4 anos e assim por diante tivesse maturidade de escolher o seu vestuário, brinquedo, comida, entre outros. “ O que você quer almoçar hoje, meu filhinho de 2 anos?” “ Escolha um livro, minha querida filha de 3 anos”! Pais, está na hora de acordar! Acordem dessa situação sem sentido, sem propósito e nociva ao futuro dos seus filhos. Crianças são crianças e adultos são adultos.A criança de hoje não é mais, realmente, a mesma de 20 ou 30 anos atrás, elas são NATURALMENTE mais atentas e espertas, pois o mundo mudou, o meio em que vivemos mudou, mas ser criança, viver incríveis descobertas, viver a inocência, a novidade, a fantasia,o carinho, a atenção e o afeto dos pais não tem preço, nem agenda e nenhuma aquisição de informação precoce que substitua o alimento vital e primordial da criança – o amor. E amar o seu filho não é dar a ele todos os brinquedos anunciados na TV, nem fazer uma mega festa em seus 4 anos de idade, nem comprar só o tênis de marca que vai usar por poucos meses e nem dar a ele como prêmio, por ter lhe obedecido, um “belo” almoço em uma rede de fast food.Amar é criar hábitos saudáveis, é insistir na fruta e nos legumes todos os dias; é levá-lo ao parque em contato com a natureza e não só aos shoppings e supermercados, em prol do conforto e comodidade dos pais. É fazê-lo repetir palavras como “obrigado”, “por favor”, “de nada”, “ desculpa” em todas as circunstâncias que exigem esse tipo de tratamento. É deixá-lo menos com a babá e permiti-lo com que ele fique mais com você. É substituir um carrinho eletrônico ou um DVD por um gostoso beijo e abraço e alguns instantes de atenção. Aprendam, pais, educação não se compra, se dá e se vocês querem ter filhos profissionais no futuro, garantam primeiro a felicidade e o aconchego do coração de saberem que sempre foram muito, mas muito amados. E não se esqueçam que antes de terem a preocupação de formar um bom profissional, seja pelo receio do futuro ou por orgulho e vaidade, seus filhos são, antes de mais nada potencias seres humanos, que irão direcionar seus olhares e anseios durante todo o percurso de suas vidas com os valores e prioridades que vocês, pais, escolheram hoje.A grande revolução mundial na década de 60, onde tudo foi questionado e a busca pela expressão e liberdade deram ao mundo uma nova perspectiva, acabou influenciando também o modo de educar os filhos. Se fui reprimido e obrigado a seguir as regras dos meus pais, com meus filhos tudo será diferente…Não sou aversa a liberdade de expressão muito menos contra a busca do pensamento livre e criativo, mas houve muita má interpretação a partir desse movimento sobre o que é criar e educar um filho com pensamentos e atitudes livres de preconceitos, julgamentos, imposições ou radicalismos. Determinar que seu filho escolha e decida tudo antes de atingir a sua real maturidade não é seguir uma educação que traz liberdade ou felicidade ao seu filho. Na verdade, você está se omitindo enquanto educador, ou seja, enquanto pai ou mãe, e olhando para seu filho como um semi-deus, que já nasceu sabendo, que tem poder de decisão, critério e tudo o mais que vemos por aí, como se os pais tivessem de ser subjugados pelos seus filhos para não terem o remorso de não terem sido fiéis ao movimento hippie. Quanta inversão de papéis,não? Quem disse que seus filhos não podem se frustrar com algo? Que mundo vocês estão construindo, ou melhor, fantasiando para seus filhos que não existe? Não existe vida sem frustração, sem erros, sem derrotas e tristezas. E o mais incrível, senão irônico é assistir os resultados dessa educação extremamente permissiva e sem limite algum, o que torna o recém-adulto muitas vezes em tirano, radical, revoltado e o que é mais irônico, desrespeitoso com seus pais. Se eles sempre tiveram e fizeram tudo o que quiseram, pobre pai ou mãe que não continuar nesse interminável jogo de dar, dar e dar. Até chegar o dia em que você acordar quando o seu filho te der um belo tabefe no rosto, assaltar a sua carteira ou exigir aos berros algo completamente fora de sensatez. Exagero? Não. Exemplos reais e infelizmente, mais comuns do que possam imaginar.

Autor desconhecido, parabéns e desculpe não te dar crédito. Se nos localizar, apareça! 
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